ASMA NA INFÂNCIA: compreensão, manejo e estratégias para mães no cuidado diário
Palavras-chave:
Asma infantil, Educação em saúde, Autocuidado, Prevenção, Estratégias educativasResumo
Introdução: A asma é a doença respiratória crônica mais prevalente na infância, afetando significativamente a qualidade de vida das crianças e exigindo preparo dos cuidadores para seu manejo diário. Objetivo: Relatar a experência de um projeto de extensão voltado à educação em saúde sobre asma infantil, com foco em mães e crianças atendidas pela UBS Iguaçu. Método: A ação foi desenvolvida por acadêmicos de medicina e incluiu palestras interativas com uso de peças anatômicas, dinâmicas de "mito ou verdade", teatro educativo sobre crises asmáticas, confecção de espaçadores com garrafas PET, oficinas práticas e uma gincana temática. As atividades foram pensadas para estimular o aprendizado lúdico, promover o reconhecimento de sintomas e incentivar a adesão ao tratamento. Relato de Experiência: O projeto foi desenvolvido por estudantes de medicina da Faculdade de Ciências Médicas de Ipatinga, com o objetivo de promover conhecimento, acolhimento e empoderamento de mães de crianças asmáticas. A ação educativa contou com apoio da UBS do Iguaçu e do Programa Respirar, envolvendo atividades lúdicas, orientações práticas e interação direta com as famílias. Durante o evento, foram realizadas apresentações didáticas sobre a fisiopatologia da asma, teatro educativo, a atividade “Mito ou Verdade”, confecção de espaçadores com garrafas PET e uma gincana respiratória para as crianças. A participação ativa das mães e o entusiasmo das crianças demonstraram o impacto positivo da iniciativa. O projeto promoveu vínculos, escuta ativa e conscientização sobre o manejo da asma, fortalecendo o papel da educação em saúde. Para os estudantes, foi uma experiência transformadora e formativa; para as famílias, um momento de aprendizado e acolhimento. Conclusão: O projeto teve excelente receptividade e possibilitou uma troca significativa entre profissionais, mães e crianças. A abordagem participativa contribuiu para o fortalecimento do vínculo com a atenção primária e incentivou o autocuidado e a prevenção de crises asmáticas.